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P: Boa Noite!!!
Inicialmente parabenizo pelo site espetacular. Espero que respondam meu
questionamento. Tenho 32 anos, sou casado há 3 e temos uma filhinha de 2 anos e
meio (Minha esposa casou grávida). Nunca tive qualquer doença psicossomática,
ou pelo menos não a percebi. Sempre ralei muito em busca de meus ideais.
Trabalhava como Carteiro aos 18 anos e paralelamente fazia cursinho pré-vestibular
à noite para prestar Vestibular na UFMG. Depois de 3 anos consegui entrar e me
tornei Farmacêutico. Vivi 8 anos e meio em BH, sempre sonhando em voltar para
minha terra natal. Sofri muito durante todo este tempo lá. Me formei, encontrei
um emprego em Teófilo Otoni, minha namorada engravidou e nos casamos. Passei
num concurso público e mudei de emprego. Meu superior da empresa começou a
pegar no meu pé várias vezes, a pressão por manter a casa aumentou no sentido
de proporcionar uma vida digna para minha mulher e filha. Eu e minha Esposa
brigamos muito durante estes 3 anos de casamento, quase nos separamos, mas eu as
amo muito (esposa e filha). De setembro para cá comecei a sentir sensações
muito ruins no corpo, começando com náuseas, fraqueza muscular, dores de cabeça,
sensações de desmaios, hipertensão leve 14 x 10, meus pés ficam extremamente
frios. Fui em dois clínicos que pediram exames EC e EEG e não deram nada, nem
os clínicos, apenas uma infecção pelo Schistossoma Mansoni que já tomei o
remédio. Fui a um Neurologista que pediu uma TC e também não deu nada. Me
disse que era problema psíquico, prescreveu Rivotril 0,5 mg 1 vez à noite e
que procurasse um psiquiatra. Sempre fui um cara muito calado e gosto de manter
tudo sob meu controle. Será que pode realmente ser um problema psicossomático?
Custa-me acreditar nisso. Até mesmo por minha formação alopática, não cabe
na minha cabeça que problemas psicológicos possam trazer tantos sintomas físicos.
O Rivotril melhorou um pouco os sintomas, mas a desordem gastrointestinal
persistiu e me automediquei com domperidona (Motilium) melhorando um pouco as náuseas.
Por favor, mês respondam se realmente pode ser desordem psíquica e se
psicoterapia ajuda nestes casos. Necessito de orientação. Há, os sintomas
tendem a aparecer à partir de quinta, sexta feira e à noite por volta das
07:00 hs quando volto do serviço. Agradeço a atenção dispensada.
R: Vamos por
partes: o que dependeu de vc, o que era só seu e estava sob o seu controle, o
que só vc fazia, deu certo. Parece que o que não está dando certo é ocorrer
tantas mudanças na sua vida e vc continuar achando que tudo ainda depende só
de vc. Considere essas mudanças como muito boas: casamento, filha, formação
de farmacêutico, concursado etc. Mas mudanças, precisam de adaptações e nem
sempre elas acontecem da forma mais branda possível e assim podem aparecer
sintomas chamados de psicossomáticos. E agora? Reconsidere suas crenças sobre
ter tudo sobre o seu controle, domínio, sobre achar que tudo tem que ser do seu
jeito e aceite ajuda de um profissional psicoterapeuta. A psicoterapia é a
oportunidade que vc poderá se dar para readquirir confiança, resignificar a
forma como vc vê as situações da sua vida, e fortalecendo seus recursos
internos próprios, levar uma vida saudável. Ouse se dar essa chance e boa
sorte, Psicóloga Ivonete Garcia
P: Há cerca de 5
anos tive adoecimentos psíquicos diversos (depressão, fui diagnosticada como
portadora de transtorno de personalidade, transtornos alimentares diversos), fui
internada em clínica psiquiátrica e tive tentativas de suicídio, mas com a
melhora da sintomatologia depois que eu saí de casa eu parei de tomar os remédios
(com acompanhamento do médico, uma vez que várias tentativas medicamentosas não
deram muita diferença no quadro) e recebi alta, permanecendo apenas com
terapia.
Passei em um concurso público e me casei, estava vivendo normalmente, não
havia sintomas grandes de nenhum adoecimento psíquico mas, de uns 3 meses para
cá, embora eu esteja estável, ando com dificuldade de ir trabalhar por um
sentimento de detestar todo mundo. Evito até mesmo ir ao mercado comprar algo
para comer ou pegar ônibus. Sinto ódio gratuito e uma espécie de nojo das
pessoas que me impossibilita amizades, trabalho, estudos, tudo.
Há uma série de doenças físicas aparecendo, como Fibromialgia, taquicardia e
tremores além de desconfortos abdominais e infecções freqüentes, a minha
imunidade nunca foi tão baixa. Estou com dificuldades para dormir e insônia,
passo boa parte do tempo irritada, ansiosa, preocupada e como se estivesse em
estado de alerta o tempo todo, sob ameaça.
Penso que poderia ser um quadro de ansiedade ou Fobia social, mas não sei se
faz sentido. Se houver chance de ser um adoecimento psíquico, o que eu devo
fazer? Tenho medo de voltar a tomar remédios e evito ir a psiquiatras por esse
motivo, não consigo confiar no tratamento e sempre acho que eles não sabem o
que estão fazendo, acho que é por causa do meu tratamento anterior, onde os
remédios só agravaram meu quadro e encontrei muitos profissionais ruins.
Como proceder ao reconhecer precisar de tratamento, mas mesmo assim ter
desconfiança da capacidade do médico?
R: Sugiro procurar
um psicoterapeuta bom, que tenha contato com um psiquiatra clínico. No
decorrer da terapia, caso haja necessidade de um medicamento estabilizador, por
exemplo, o terapeuta conversaria com o psiquiatra para organizar a parte
clínica do tratamento. Essa variedade de sintomas físicos sugere que tua
ansiedade está bem alta. Provavelmente um medicamento para controle de
ansiedade vai inclusive facilitar o progresso da psicoterapia.
P: Venho de um
casamento doente e agressivo, tenho uma filha de nove anos que não obedece, não
aceita e nem respeita regras nenhuma, é agressiva, dissimulada, aborrece a
todos, fazendo questão de fazer o que pedimos para não ser feito. não
consegue se concentrar em nada, é difícil ficar quieta até assistindo aos
programas de TV que gosta. Tenho de conviver hoje em dia na casa de minha mãe e
esta ficando muito difícil, porque são várias pessoas a conviver com ela, e
quase ninguém tem paciência, porque ela não respeita ninguém. É muito
carente, chora sem motivos as vezes, sinceramente não sei o que fazer, ando
depressiva, sinto que também preciso de ajuda. por favor respondam-me , me
ajudem. me de-em uma luz, para que eu consiga contornar toda essa situação, se
for preciso, me indiquem como posso leva-la a um neurologista, ou psiquiatra,
sei lá, não tenho como pagar um tratamento particular. Obrigada
R: Sugiro você
conversar com uma psicóloga. Ela vai te ajudar a por ordem na bagunça que
virou tua vida, tua cabeça e tua família. E as psicólogas tem preços de
sessões muito acessíveis.
P: Meu marido foi
embora de casa, depois de uma grande discussão e não nos falamos mais, isso há
duas semanas. Fui a uma psicóloga, que trabalha com Terapia
Cognitivo-comportamental, pois estava (e ainda estou) muito fragilizada. Ela me
receitou Florais de Bach (Five Flowers/Rescue), só que ando muito desesperada,
não estou conseguindo controlar a minha tristeza, além do meu desespero, com
fortes crises de choro, tenho muita ansiedade. Parece que vou enlouquecer, de
tanto desespero. Os Florais, parece que não estão adiantando. Tomo Serenus
também. Será que preciso consultar também um Psiquiatra, além da Psicóloga?
Muito obrigada.
R: Entendi que vc
procurou uma psicoterapeuta para tenta entender melhor o que aconteceu e se
fortalecer, mas ela ao invés de te ouvir te deu Florais ? Respondendo à tua
pergunta, provavelmente consultar com uma Psicóloga é suficiente, talvez não
precise de um Psiquiatra. Mas uma Psicóloga que faça Psicoterapia. Psicólogos
não tem treinamento nem autorização para administrar remédios.
P: Acredito ter um
problema imenso de relacionamento com pessoas íntimas, como esposa amante,
namorada. No início é tudo tão legal e depois começam os problemas. O
restante do meu ciclo social é bem normal, todos meus amigos e amigas, irmãos,
pai, mãe e filho me adoram. Gostaria de saber se isso é normal ou se tenho
algum tipo de Distúrbio?
R: Um distúrbio
no sentido clínico não, mas um comportamento que atrapalha tua vida, sim.
Procure um psicoterapeuta.
P: Boa noite
doutor, vi seu site e achei muito interessante, bem explicativo e simples. Fala
dos transtornos e manias. Eu tenho 31 anos e acho que possuo alguns deles:
ansiedade e Fobia social. Isso é um grande problema pra mim, não possuo
amigos, acho que todos riem de mim no serviço ou falam pelas costas. Sempre
acho que sou inferior. É uma insegurança, baixa auto estima, incrível que nem
eu mesma acredito que possuo. As vezes tenho a impressão que não sou eu, que
não vivo, que não pertenço a esse mundo. Eu sempre estudei bastante,
procurava ser correta e observei que não tenho a malícia da vida e sou
ingênua. como pode doutor uma pessoa que tinha tudo pra ser alguém na vida se
sentir um nada e com vontade sumir, morrer, sei lá. Choro tanto que dá dor de
cabeça.
R: Sugiro procurar
um psicoterapeuta, parece ser daqueles casos que melhora bem com terapia.
P: Boa tarde,
primeiramente parabenizo a equipe de vcs e gostaria da ajuda de vcs hoje no
momento estou fazendo uso da medicação de Lorax 1mg, e tomo 1/2cp, e Paroxetina
de 20mg. já tomei vários tipos de Ansiolíticos e antidepressivos, e faz muito
tempo que não retorno ao Psiquiatra. A minha preocupação esta em relação
aos meus sentimentos emocionais, com envolvimento com mulheres, me envolvo fácil
me apaixono, fácil atualmente estou apaixonado por uma garota de programa, me
ajudem por favor isto é um problema que tenho que resolver com outras medicações
ou é psicológico. não consigo esquece-la me auxiliem por favor. Fiquem com
Deus.
R: Provavelmente
esse teu problema é para psicoterapia e não para medicação.
P: Olá, tenho 27
anos e tenho 2 filhos, um de 11anos e um 4 meses. Eu os amo tanto q chega a doer.Tenho
medo de tudo, medo de q aconteça algo a eles a qualquer momento. Isso e 24 hs
por dia. Até tive q largar o trabalho. Sempre penso q algo de muito grave vai
acontecer a eles, e eu sofro muito c isso Por favor me ajudem.
R: Carol, vc pode estar
sofrendo de algum problema psicológico que a manifestação está sendo esses
medos e preocupações excessivos. Procure ajuda o mais rápido possível para
ter um relacionamento saudável com seus filhos pois disso dependerá a saúde
emocional deles. Psicóloga Ivonete Garcia.
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