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P: Minha mãe tem
76 anos, perto de um ano ela foi diagnosticada com mal de Parkinson secundário.
Desde então ela está tomando PROLOPA 200/50 mg, meio comprimido, 4 vezes ao
dia, e ao deitar ela toma PROLOPA HBS, 125 mg, 1 cápsula. Toma também
SERTRALINA, 50 mg, 1 comprimido ao dia. E várias medicações, para diabetes
(leve), colesterol, hipertensão, medicações para os ossos. Ela tem quase nada
de tremores, imperceptível mesmo. Mas tem enrijecimento muscular,
principalmente ao dormir. O grande problema que me fez levá-la ao médico foram
os problemas de memória dela e não por outro fator. Ocorre que com essa
medicação está fazendo não sei que efeito. Sinto minha mãe mais esquecida
do que nunca, mentalmente muito confusa, inventando histórias (leves por
enquanto), parece que ela está passando pela vida sem ver o que de real
acontece, alienada. Conversei com o neurologista dela (não especialista em
Parkinson), esta semana e ele me disse que ela está esclerosada e todos esses
sintomas são normais do envelhecimento. Não me ajudou em nada e saí do
consultório desalentada. Será que o tipo de Parkinson dela não é: DEMÊNCIA
DE CORPOS DE LEWY?
R: Sim, pode ser,
normalmente no Parkinson os problems de memória vem tardiamente. Dra Paula
Villela Nunes
P: Outro problema que ela
apresenta há meses é do estômago, queimação e mais precisamente uma dor do
lado direito, abaixo das costelas. O Gastroenterologista fez endoscopia e não
achou nada e eu li que a medicação de Parkinson pode afetar a vesícula e
criar problemas hepáticos. O médico quer fazer uma Colonoscopia com
anestesista para ver os intestinos. Tenho dó de ela fazer o exame, por que é
muito invasivo. Enfim, voltando ao neurologista, fui nele por que não tenho
sentido melhora na minha mãe, aliás, a cabeça dela piora dia a dia
assustadoramente. O neurologista pediu uma ressonância magnética e que não me
acrescentou em nada no diagnóstico. Ele diz que o quadro não tem o que fazer,
que é degenerativo e progressivo, e tem de tomar o PROLOPA para o resto da vida
e ponto final. O que devo fazer?
R: Seria interessante que ela
tivesse uma avaliação quanto a isso. Dra Paula Villela Nunes.
P: Alguém conhece algum
neurologista em Sorocaba ou São Paulo, que conveniados com a Unimed,
especializados em Parkinson? Ou se tem uma possibilidade de entrar em algum
hospital, em grupo de tratamento de Parkinson.
R: Infelizmente não tenho
ninguém para recomendar da Unimed. Dra Paula Villela Nunes.
R: É verdade que o
Parkinsoniano se dá muito bem com a Vitamina B12 e é necessária a retirada da
carne vermelha da alimentação?
P: Não. Dra Paula Villela
Nunes.
P: Boa noite,
tenho 24 anos, tenho Esclerose múltipla e faço uso do beta interferona-1a (22
uug). Ultimamente não estou conseguindo memorizar as matérias quando vou
estudar para as provas da faculdade, gostaria de saber se posso fazer uso da Ritalina.
R: Seu médico
decide, mas provavelmente sim.
P: Há algum tempo
tenho notado que as vezes aparece uma mancha escura na região da minha testa do
lado direito, ela permanece por 2 ou 3 dias depois desaparece, isso vem
acontecendo com freqüência. Também percebo algumas dores leves na cabeça, mas
as dores vem como uma sensação que esquenta uma determinada região do cérebro, dando
a sensação de que esta inchando aquela parte, geralmente do lado direito e
posterior. Esses episódios são freqüentes, mas cefaléias nunca foram comuns, pelo
contrário, por isso estou incomodada. Não tenho boa memória, as vezes me
recordo de fatos da infância porém apresento muitas dificuldades para lembrar
de acontecimentos recentes. Na minha família ha casos de Alzheimer( meu avó
paterno e meu tio materno), não sei se tem alguma relação, mas pode ser que
ajude em algo. Tenho muito medo de aneurismas e AVCs, com isso fico muito
preocupada com esses episódios. Aguardo... Obrigada!!!
R: Você não
informou tua idade, mas a) Alzheimer não é hereditário b) Alzheimer não
causa manchas em lugar nenhum e c) Alzheimer não causa sensação de inchaço
no cérebro nem dor de cabeça. Portanto, por esses dados, vc não precisa se
preocupar
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